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Estrutura pioneira e única na região inclui a captação da água, tratamento e a distribuição em todo o condomínio e esgoto 100% coletado e tratado pelo CCVT

O Condomínio Costa Verde Tabatinga (CCVT) é excelência quando o assunto é boa estrutura, paisagismo e segurança. Mas existem ações em sua estrutura, muitas vezes não visíveis a todas as pessoas, que são muito importantes e fazem grande diferença.

É o caso do Sistema Alternativo de Abastecimento, que abrange toda a Estação de Tratamento de Água do CCVT. Esse sistema é independente de empresas privadas ou governamentais e faz a captação da água, seu tratamento e distribuição entre todos os imóveis do complexo.

Desde sua implantação, na mesma época da construção do condomínio, passou por mudanças e adequações para atender plenamente as necessidades dos condôminos. A atividade não é apenas pioneira em todo o Litoral Norte, mas também a única em funcionamento até os dias atuais.

De acordo com o biólogo e responsável pela estação, Miguel Matilha Neto, o controle de qualidade é rigoroso e atende toda a legislação vigente sobre a atividade. Além disso, as ações já saem à frente e evitam problemas, tais como os racionamentos.

“Nosso reservatório tem capacidade de armazenamento de 1200 m³ de água. Além da captação no Rio Mococa, há também dois poços artesianos para garantir o abastecimento de todos os imóveis. Com essa estrutura, conseguimos fazer o atendimento pleno e não há falta d’água nem mesmo na alta temporada, quando a ocupação no condomínio chega a praticamente 100%”, explicou.

Controle eficaz

Para o biólogo do CCVT, são inúmeros os benefícios de se ter um sistema próprio de abastecimento. “Com essa estação própria, conseguimos acompanhar todo o processo de tratamento da água, o que permite um controle ainda mais rigoroso da qualidade. Além disso, é possível estarmos preparados para a demanda da alta temporada e evitar racionamentos. Também há um controle eficiente dos desperdícios”, completou.

Todos os imóveis receberam hidrômetros e não há cobrança individual pela água no CCVT. Nos macros hidrômetros, que são os marcadores dos imóveis maiores, como é o caso dos prédios, é feita uma leitura diária do consumo.

Já as residências contam com uma aferição mensal. Quando um imóvel apresenta um consumo acima da média, há uma equipe especializada para verificar se há problemas de vazamento. Caso confirmado, os reparos podem ser feitos de imediato.

“Tratamos a água com responsabilidade e tem uma equipe para procurar vazamentos e evitar desperdício. Houve período em que o condomínio chegou a consumir 35 mil m³/mês. Hoje esse número é, em média, 25 mil m³/mês. É uma redução significativa, resultado de todo esse trabalho”, concluiu.

Texto: Ricardo Hiar
Edição: Talita Marcondes | Agência MayPress

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