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Entre as tradições da chegada do ano novo estão as previsões e perspectivas para mercados específicos. No ramo imobiliário não poderia ser diferente.


Em 2014 o mercado continuará aquecido, e se você preferiu esperar para comprar um imóvel, por meio de um financiamento, fez a escolha certa. Segundo Octavio de Lazari Junior, presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o mercado de crédito imobiliário deve crescer de 15 a 20% neste ano.

Ao contrário da previsão de uma bolha imobiliária para o primeiro semestre de 2014, Lazari afirma que 97% das pessoas que estão comprando um imóvel dão entrada, o que diminui os riscos de uma bolha imobiliária no Brasil. Em um artigo para o site infomoney, Rubens Menin, empresário e presidente da MRV Engenharia, diz que “o mercado nacional nunca esteve tão sólido e tão protegido, seja pelo seguro mecanismo de avaliação de crédito imobiliário (LTV – Loan-to-Value de apenas 71,2% na média nacional), seja pelo montante de financiamentos contratados nessa modalidade (cerca de apenas 8% do PIB, apesar de todo o crescimento verificado nos últimos anos)”.

De acordo com um relatório do Comitê de Mercado do NRE-Poli (Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP) os preços dos imóveis devem cair em algumas regiões brasileiras, principalmente em lugares onde os estoques de imóveis são muito altos, em relação à demanda, como Manaus, Salvador, Brasília e Vitória. No entanto essa queda não deve atingir as grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. No Rio, inclusive, os preços devem subir devido à falta de espaços vagos para novos empreendimentos. O custo com terrenos é outro fator que vem influenciando no valor final de um imóvel e em 2014 devem continuar encarecendo.

As tendências são, basicamente, as mesmas para no mercado de locação, os aluguéis vêm registrando uma alta nos preços desde 2010, quando tiveram aumentos de até 200%, e devem continuar seguindo esse padrão, trazendo mudanças mais significativas em habitações econômicas.

 

 

Fonte: Site Bolha Imobiliária, Ademi RJ e InfoMoney

 

 

 

 

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