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Recentemente foi aprovada a portabilidade de crédito para financiamento imobiliário a partir do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço).

Essa migração irá favorecer os consumidores, que passam a contar com negociações com taxas e juros mais baixos. Assim que o cliente fizer o pedido de portabilidade, o banco do contrato original pode fazer uma contraproposta. Quem ganha com a concorrência é o consumidor, já que as propostas e contrapropostas tendem a ser cada vez mais atraentes e financeiramente viáveis.

E como saber quando é realmente vantajoso transferir a dívida para outro banco? Primeiramente, sempre que o Custo Efetivo Total (CET) de um banco for menor do que o do banco que você paga atualmente. Isso porque o CET inclui, além dos juros, seguros e outras taxas.

A documentação exigida por parte do cliente também se descomplicou. Se antes havia uma enorme burocracia, hoje é preciso apenas a averbação do contrato para a transferência da dívida.

A transferência é automática, deve ser realizada em até cinco dias e o banco é quem fica responsável pelos custos da operação. Lembrando que esse processo não é válido para imóveis ainda em fase de construção.

 

UTILIZANDO O FGTS PARA FINANCIAMENTO

Para financiar um imóvel a partir do FGTS, é preciso manter-se atento a alguns pré-requisitos, como: Residir e trabalhar na mesma cidade, contar com pelo menos três anos a partir do vínculo empregatício. O valor do imóvel também não pode ultrapassar o limite de avaliação estabelecido pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação).

Para mais informações, acesse o site oficial: http://goo.gl/Mo4bWU

 

 

Redatora: Talita Marcondes  – Agência MayPress
Fonte: Portal Exame, Economia Uol, FGTS.GOV e G1
 

 

 

 

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