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Muitos compradores veem a oportunidade de financiar parte do pagamento como investimento, seja utilizando a verba para reformas ou para outros negócios.

 

A busca por crédito imobiliário de altos valores vem crescendo a cada ano. O financiamento de imóveis acima de 1 milhão cresceu 686% e acima de 2 milhões 200% em 2013,  segundo uma pesquisa da Coelho da Fonseca. As expectativas são ainda maiores para 2014.

As taxas incidentes nos dias de hoje são muito menores em relação há anos anteriores, o que não chega a ser um agravo para quem está financiando. Poucas coisas mudam em negociações de valores mais baixos, como por exemplo: o financiamento de até 500 mil é feito pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o que resulta em taxas diferenciadas. Essa diferença gira em torno de 2 a 3%, mas em alguns bancos pode ser reduzida, variando de acordo com o banco e relacionamento com o cliente. O objetivo das instituições financeiras é fidelizar o público de alta renda, favorecendo a contratação de outros serviços, como seguros, capitalização e previdência privada.

Um benefício no Brasil é que independentemente do número de parcelas não existe variação de tributos, ou seja, você não vai pagar a mais se preferir por 5, 10 ou 30 anos, diferente do que acontece no exterior. Essa facilitação, inclusive, é um dos fatores principais para o ‘boom’ no mercado, que ocorreu nos últimos cinco anos.

 

A pesquisa ainda mostrou que 76% dos futuros proprietários pensavam em comprar o imóvel à vista e 33% usaram o dinheiro no aperfeiçoamento da casa. Escolher financiar o lar também é uma boa opção para quem está criando uma nova empresa, pois a liberação de crédito imobiliário é muito mais simples e fácil do que para um novo negócio.





Fontes: Casa Abril; UOL Economia.

Texto: Aline Ehrlich – Redatora da Agência MayPress

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