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A baixa atividade econômica que vimos em 2013 e início de 2014, está prestes a ficar para trás. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) já prevê um crescimento de 15% sobre o ano passado, atingindo R$ 125,6 bilhões em 2014.

Os principais fatores para tal crescimento são as baixas taxas de desempregos contabilizadas ao longo do primeiro semestre de 2014, a inflação “sob controle” e o fomento do crédito por parte dos bancos.

Ainda que com o tímido crescimento econômico no Brasil, especialistas afirmam que esses dados não influenciam no desenvolvimento da carteira de crédito para a compra de imóveis e que, ainda assim, se torna possível um mercado potencial entre as famílias que pagam aluguel.

Segundo o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior, ao contrário do que muitos dizem, as eleições que acontecerão em outubro desse ano, pouco irão interferir no crescimento econômico. “Independentemente de qual governo que assuma (após as eleições), os pilares básicos para que o crédito imobiliário possa continuar crescendo são mantidos. O que não pode acontecer no Brasil é começar a ter inflação na casa de 40% de novo, ter subida exacerbada de juros e o desemprego crescer no País”, expica.

 



 

 

Fonte: Esser Invest, Economia – Exame.

Redação: Talita Marcondes

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